20.8.09

lua nova

pois é, faz hoje precisamente um mês. um mês que tivemos aquela conversa, que demos o nosso último beijo. é engraçado, pensei que ia andar na merda imenso tempo, mas não. e tudo isso se deve ao facto de me teres ensinado a viver. podes nem ter percebido na altura, mas senti cá dentro grandes modificações. pode-se dizer que entrei em obras. nunca senti tanta falta de alguém como sinto de ti, não há como negar. sei também que parece que irá haver sempre algo dentro de mim que te pertence. no entanto, não estou triste. encaro o nosso passado como uma experiência muito boa na minha vida, só consigo olhar para trás com carinho e só quero aproveitar a vida como se ela me estivesse a escorrer entre os dedos (e está mesmo, não tinha era a noção disso). este último ano foi provavelmente um dos melhores da minha vida e vou fazer para que continue a ser assim. obrigada, meu amor. até sempre.

5 comentários:

Filósofo de Merda disse...

lindo.


a cantiga é do manuel!

estes encontros são mesmo engraçados, quero tanto conhecer uma raquel para lhe cantar a música.

http://www.youtube.com/watch?v=0iBfUX4LH7I

beatriz c. disse...

como eu gostava de encarar as relações passadas como algo de bom. mas regra geral é nunca acabarem bem, e não sei se o defeito é meu.

Anónimo disse...

Fico feliz por te saber assim, a encarar essa relação como algo de bom e produtivo na tua vida, que o foi, sem dúvida. Eu presenciei a tua felicidade, a tua evolução, o teu desenvolvimento intelectual, eu vi... Eu vi na pessoa fantástica que te tornaste. Fez-te bem ele e vai continuar a fazer-te, porque cada decisão que tomes, por cada caminho que optes, vais ter sempre em conta a sua filosofia que, diga-se, é muito peculiar, única e maravilhosa! :)
Estou tão orgulhoso de ti, fufurinha, nem sabes o quanto!
Sabes que podes sempre contar comigo, estou sempre aqui para o que der e vier.

Beijos grandes, adoro-teee*

Ass: Mitocôndria06 (difícil adivinhar quem escreveu isto, não é? ahaha)

su disse...

É tão bom quando saímos de algo com novas formas de viver e de pensar, e saímos bem. Saímos maduros *

DANiela disse...

chega a um ponto em que matamos os fantasmas e passamos a viver, sem ele, mas unica e exclusivamente com o que a vida nos dá. surpreendentemente, sábe-nos mesmo bem (nunca tanto como sonhámos com ele, mas muito melhor do que com os fantasmas...). de qualquer maneira tê-lo-emos sempre connosco, e é desse modo qe é importante.