24.7.11

Te espero siempre mi amor
Cada hora, cada día
Cada minuto que yo viva...Te espero siempre mi amor...
Te quiero...Siempre
Mi amor...
Se que un día...volverás...

19.7.11

the last days

de James Moll. relato acerca do Holocausto através de sobreviventes judens hungaros. versão americanizada soft de uma história heavy. do ponto de vista histórico interessou-me em alguns aspectos, mas a meu ver não tem a profundidade documental suficiente.

13.7.11


Sylvie Courvoisier | Mark Dresser | Fred Frith | William Winant
@Serralves

8.7.11

6.7.11

mon oncle

de Jacques Tati. Hulot volta a fazer das suas. que personagem incrível!! quase sem palavras como Charlot e com uma forte mensagem social. diverti-me imenso.

a single man

de Tom Ford. beleza do início ao fim, provando que até as coisas mais tristes e terríveis podem ser belas. gostei do filme no seu todo, disse-me algo em especial e sinto que pode dizer algo a cada um de nós, por ir além dos personagens e das suas características. gostei da opção de Colin Firth ter sido filmado em tons mais cinzentos do que os outros personagens e os seus encontros com os mesmos, se bem que me fez alguma confusão por não ter sido mais subtil. um filme com muitas referências cinematográficas e com a omnipresença do mundo da moda.

a outra margem

de Luís Filipe Rocha. filme com uma mensagem muito forte e até arrojado tendo em conta o panorama nacional. no entanto a banda sonora não me convenceu, não encaixava. e mesmo alguns movimentos de câmara me pareceram desadequados a certas situações; ou terá apenas a ver com aquilo a que estou acostumada a ver ou não. fotograficamente interessante.

2.7.11

joyeux noël

de Christian Carion. bom filme que conta um episódio em particular durante a primeira guerra mundial, no qual inimigos confraternizam durante o Natal. é emocionante por mostrar que na guerra todos são seres humanos e que muitas vezes não estão a combater por vontade própria, mas por algo superior e no qual deixam de acreditar em várias situações. pareceu-me uma grande lição de sensibilidade, por muito que a guerra nos seja abominável.