30.5.10

Dennis Hopper, rest in peace.

Dali Daki


29.05.10, por Igor Dimitri

dans paris

de Christophe Honoré. a complexidade das relações intra e interpessoais, a desconstrução narrativa e uma história muito bem filmada. gostei imenso do filme!

27.5.10

extensão do IndieLisboa no Porto!
amanhã todos os caminhos vão dar à Póvoa :]

fahrenheit 451

de François Truffaut. o Cineclube do Porto passou este filme ontem no Passos Manuel. achei que foi uma grande oportunidade de ver uma boa projecção em película, ainda para mais de um grande realizador. o filme agradou-me essencialmente a nível fotográfico e no seu lado mais "romantizado", principalmente de todo o contexto que envolve os livros. tem alguns efeitos especiais, o que, à luz de 1966, me pareceu incrível. é um filme muito bem filmado, vale a pena ver!

16.5.10

Rosa Chock










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15.5.10

New York, I Love You

entusiasmou-me do início ao fim. pretendia vê-lo em partes (estava com pouco tempo), mas acabei por não conseguir pará-lo e vi tudo de seguida, porque é uma desconstrução muito bem construída :] escolhi esta imagem não por ter sido a minha curta-metragem predilecta, mas porque foi a que mais me emocionou e moveu. na verdade gostei de todas, aqui a diversidade é muito presente e esse facto agrada-me particularmente. é um filme feito de pequenos filmes, todos eles cheios de beleza e com verdadeiros toques de requinte!

14.5.10

antes

depois

ou é ao contrário?

12.5.10

troubleeveryday

Nous, les enfants du XXème siècle

de Vitali Kanevski. "O cineasta vai ao encontro de jovens russos detidos por homicídio. Percorre cadeias e casas de correcção e filma crianças nas ruas de Moscovo e São Peterburgo, fazendo o retrato de uma sociedade desorientada e sem soluções para os problemas que a afligem."

este filme encheu-me as medidas! pelo facto de ser directo, cru e genuíno. deixou-me a pensar em várias coisas, nomeadamente nos limites entre o bem e o mal. os depoimentos, maioritariamente de jovens, impressionam pela naturalidade com que descrevem situações que nos parecem abomináveis. e parece-me que é um filme que tem muito para ensinar a todos e a cada um de nós.[é uma pena só encontrar imagens de baixa qualidade deste filme]

le cercle des noyés

de Pierre-Yves Vandeweerd. “O Círculo dos afogados” é o nome que se deu aos prisioneiros políticos negros na Mauritânia, encarcerados a partir de 1986 no antigo forte colonial de Oualata. Ba Fara é um deles. Escreveu em cooperação com Pierre-Yves Vandeweerd o relato de uma das páginas mais sombrias da história contemporânea da Mauritânia. Nenhuma humilhação foi poupada a estes prisioneiros durante os longos anos passados sem contato algum com o mundo exterior.

não foi um filme que me cativasse particularmente, mas reconheço que é funcional, na medida em que o realizador faz uso de maioritariamente longos planos fixos para descrever os ambientes da história; assim, a voz-off tem a liberdade de ser o principal veículo do filme. este torna-se intenso e pesado e a utilização de fotografias de alguns prisioneiros (em longos planos fixos) é um incómodo para os olhos e a mente. talvez tenha sido esse incómodo que me agradou, mas como disse, não foi um filme que me cativasse.

10.5.10

desce à cama

eles estão de volta. ao ouvir o álbum pela primeira vez, não achei tão bom como o Horehound. no entanto tem registos bem interessantes, como este Gasoline.
"Bom é que não esqueçais
Que o que dá ao amor rara qualidade
É a sua timidez envergonhada
Entregai-vos ao travo doce das delicias
Que filhas são dos seus tormentos
Porém, não busqueis poder no amor
Que só quem da sua lei se sente escravo
Pode considerar-se realmente livre
"



- Fernando Pessoa
ele vem cá! e eu quero!

5.5.10

clássico do romance francês.

le mépris

de Jean-Luc Godard. revi-o e ainda bem que o fiz. na minha perspectiva, a primeira vez que o vi não significou muito, talvez pelo facto de ainda não ter a sensibilidade cinematográfica suficientemente apurada. aliás, cheguei a dizer que este era um dos filmes que menos gostava de Godard. desta vez, penso que o vi com mais interesse e comecei a colocar hipóteses em relação à narrativa e respectiva simbologia. é raro ver um filme duas vezes, mas penso que em alguns casos (como este) pode ser bastante produtivo. ainda assim, não é dos meus favoritos. mas encontrei ali beleza!

4.5.10

ela. entre estados lúcidos e loucos, teve breves momentos de transe. não teve noção do seu corpo, nada de material existia. perto do desmaio, nenhum pensamento. ele. ela encostou o ouvido ao seu peito, conseguia ouvir o sangue a ser bombeado para o coração, enquanto este batia rapida e ritmadamente.
é a minha principal sugestão para esta semana, no âmbito da semana aberta da ESMAE. aconselho vivamente a todos!
Olive Tree = família
gostei muito do concerto de Franz Ferdinand, ainda para mais parece que é o último da tour. beberam vinho do Porto e disseram algumas palavras em português, conquistando totalmente o público (já previamente conquistado). como já os tinha visto em Paredes de Coura o ano passado, confesso que não estava em êxtase. estava simplesmente feliz por revê-los e a única coisa que não me agradou foi não ter tido espaço para saltar quando me apetecia. o espaço também foi pouco no Espaço Mundos, onde tocaram os Olive Tree Dance. já tinha ouvido falar muito deles (e bem), mas a energia que ali se gerou foi algo sem descrição. mais uma vez houve falta de espaço para extravasar sentimentos. o concerto foi uma autêntica união de almas à volta da música.

2.5.10

bully

de Larry Clark. gostei do filme pela sua intensidade e por ir de encontro ao mundo adolescente, com as suas loucuras e angústias. mas confesso que a personagem da Lisa me irritou profundamente, principalmente depois da cena do assassinato. depois de um Wassup Rockers que não me agradou em especial, este superou as minhas expectativas.

muito bom! finalmente um concerto que me fez achar que valia realmente a pena ir à queima :]! Porto, 02.05.10