28.2.10

aquarius



















retrospectiva | aquário Vasco da Gama

5 comentários:

inês chaplin disse...

as fotografias estão mesmo bonitas :)

.christine. disse...

underwater love!«3
(ou não fosse eu uma peixes;))
estão maravilhosas as fotografias.incrivel como o fundo do mar é tão misterioso,tão cheio de brilhos,tão perto,e ao mesmo tempo,tão distante..

sim,estes desastres têm que abrir os olhos de vez, quanto ao modo como o nosso planeta já não suporta da mesma maneira os maus tratos a que o Homem o sujeita.como disse,tantas vezes nos esquecemos que tudo isto não é de maneira nenhuma intocável.seja o planeta que habitamos,os lugares que conhecemos,as pessoas que amamos..*
beijinho Rita

Filósofo de Merda disse...

a terceira criatura a contar de cima está com um ar muito desdenhoso. gostei.

galinha do mar disse...

Finalmente decidi arriscar e comentar o teu blogue.

Há já algum tempo que o leio, devido aos constantes posts sobre cinema, que não só enriqueceram a minha cultura cinematográfica, como me dão a oportunidade de ler diferentes opiniões de cinéfilos.

Estava decidida a ser um visitante despercebido, mas tenho de dizer algo em relação ao teu post sobre o filme Revolutionary Road de Sam Mendes.

Fiquei surpreendida pelo teu comentário ao filme, pois foi um filme excepcional e extremamente perturbador (na minha opinião). Se fosse outra pessoa conseguiria compreender o porquê de o filme não lhe ter correspondido às expectativas, mas como sei de antemão que és uma cinéfila de mente aberta e com bastante bagagem cinematográfica de muito boa qualidade, fiquei desiludida.

O filme é extremamente denso a nível da narrativa, embora não o pareça à primeira vista, porque apenas reflecte o dia-a-dia de um casal, contudo o livro no qual o filme se baseou é exactamente isso, um retracto fiel e exacto da sociedade dos anos 50.

E o que mais me afectou foi compreender que até hoje a sociedade preserva aqueles mesmos defeitos e alguns com proporções maiores. Vivemos de acordo com regras invisíveis estabelecidas pela sociedade, partilhamos de ideais em comum porque nos foram ensinados e não fazemos determinadas acções com medo de ser julgados.

No entanto ela (Kate Winslet) compreende que toda a sua vida é uma peça criada por outros que ela não conhece, que não ama o homem que toca o seu corpo, que não ama os filhos que amamentou e que a vida como lha deram a conhecer é uma farsa, um esquema controlador das acções de cada membro que integra na sociedade e no mesmo momento em que ela se tenta libertar, condenam-na.

Existem muito mais aspectos do filme que transmitem a realidade absurda e chocante dos anos 50. Penso que a grande falha do filme foi não ter aprofundado mais a perspectiva das crianças sobre a sociedade em que vivem e sobre o casamento dos seus pais.

Quanto ao filme The Duchess de Saul Dibb, é um filme bom, mas não é dos melhores relativos a esta época e (na minha opinião) ganhou o Óscar de melhor guarda-roupa apenas porque não existia nenhum filme que lhe fizesse frente.

Se gostas da Keira Knightley devias ver o filme Silk de François Girard, é um dos seus melhores projectos.

As fotos são extremamente delicadas, assim como a vida marinha o é. Gosto especialmente da quarta a contar de baixo.

"A vida é um vazio desesperante." _ Revolutionary Road

nhamii disse...

estão tão giras estas!