28.1.12
"Human beings are funny. They long to be with the person they love but refuse to admit openly. Some are afraid to show even the slightest sign of affection because of fear. Fear that their feelings may not be recognized, or even worst, returned. But one thing about human beings puzzles me the most is their conscious effort to be connected with the object of their affection even if it kills them slowly within."
14.1.12
11.1.12
6.1.12
4.1.12
“The most beautiful and most profound experience is the sensation of the mystical. It is the power of all true science. He to whom this emotion is a stranger, who can no longer wonder and stand rapt in awe, is as good as dead. To know that what is impenetrable to us really exists, manifesting itself as the highest wisdom and the most radiant beauty which our dull faculties can comprehend only in their primitive forms - this knowledge, this feeling is at the center of true religiousness.”
Albert Einstein, The Merging of Spirit and Science
Albert Einstein, The Merging of Spirit and Science
3.1.12
2.1.12
"The greatest wisdom is in simplicity. Love, respect, tolerance, sharing, gratitude, forgiveness. It's not complex or elaborate. The real knowledge is free. It's encoded in your DNA. All you need is within you. Great teachers have said that from the beginning. Find your heart, and you will find your way."
http://lettertorobin1.site.aplus.net/id435.html
http://lettertorobin1.site.aplus.net/id435.html
30.12.11
"Na vida!
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro e os pingos nos is a um redemoinho de emoções, exactamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, Ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade."
Pablo Neruda
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não arrisca vestir uma cor nova e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o escuro ao invés do claro e os pingos nos is a um redemoinho de emoções, exactamente a que resgata o brilho nos olhos, o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto, para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte, Ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, nunca pergunta sobre um assunto que desconhece e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.Somente com infinita paciência conseguiremos a verdadeira felicidade."
Pablo Neruda
29.12.11
28.12.11
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